“Isto mata-me por dentro”: Mulher obrigada a atravessar loja de conveniência para entrar em casa

"Isto mata-me por dentro": Mulher obrigada a atravessar loja de conveniência para entrar em casa

Uma mulher de 68 anos é obrigada a atravessar uma loja de conveniência para entrar na casa onde vive há cerca de 60 anos, na Praça Carlos Alberto, no Porto.

Arminda Teixeira, de 68 anos, queixa-se desta situação há cerca de seis anos. O tribunal deu-lhe razão, mas ainda nada foi feito e confessa-se cada vez mais desesperada.

“Isto já me tirou anos de vida. Mas anos de vida. Sempre a batalhar por isto, passei muitas noites em claro, chorei muito”, confessou a lesada.

“A loja já chegou a estar aberta até altas horas da noite, por vezes estão com dezenas de pessoas lá dentro. Tenho que esperar pela saída dos clientes para entrar. Isto mata-me por dentro”, contou.

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O tribunal ordenou que fosse criado um acesso livre de 90 centímetros para a moradora entrar, mas ainda nada foi feito. O proprietário da casa, a Fundação Luís Araújo, já pagou à moradora uma indemnização de cinco mil euros.

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