ūüö® Sindicato alerta para desafio dif√≠cil do novo diretor da PSP ūüö®

A Associa√ß√£o Sindical dos Profissionais da Pol√≠cia (ASPP) alertou que o novo diretor nacional da PSP ter√° uma tarefa dif√≠cil devido √†s condi√ß√Ķes dadas pelo Minist√©rio da Administra√ß√£o Interna (MAI) e a outras vari√°veis. O sindicato ressaltou que a responsabilidade pol√≠tica √© fundamental para o bom funcionamento das estruturas policiais e que nenhum diretor pode gerir a institui√ß√£o sem os recursos e investimentos necess√°rios, bem como as pol√≠ticas adequadas e equilibradas. A ASPP tamb√©m afirmou que est√° dispon√≠vel para se reunir e apresentar ao novo diretor nacional sua vis√£o para a PSP.

O governo portugu√™s anunciou a nomea√ß√£o do superintendente-chefe Barros Correia como novo diretor nacional da PSP e do tenente-general Rui Veloso como novo comandante-geral da GNR. A posse dos cargos est√° agendada para o dia 4 de setembro. Segundo o governo, a nomea√ß√£o de Barros Correia se deve ao pedido de cessa√ß√£o de fun√ß√Ķes por parte do superintendente-chefe Magina da Silva. A escolha de Barros Correia foi feita em conjunto pelo primeiro-ministro e pelo ministro da Administra√ß√£o Interna.

Barros Correia, de 58 anos, atualmente ocupa o cargo de secret√°rio-geral dos Servi√ßos Sociais da PSP. Ele j√° exerceu diversas fun√ß√Ķes, como presidente do Grupo de Coopera√ß√£o Policial da Uni√£o Europeia durante a Presid√™ncia Portuguesa do Conselho da Uni√£o Europeia, comandante regional dos A√ßores e oficial de liga√ß√£o do Minist√©rio da Administra√ß√£o Interna na Embaixada de Portugal na Rep√ļblica Democr√°tica de S√£o Tom√© e Pr√≠ncipe.

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