ūüĒć O caso do FC Porto-Arouca: decis√£o via √°udio permitida pelo protocolo do VAR O uso do √°rbitro de v√≠deo (VAR) tem sido alvo de muita discuss√£o no mundo do futebol. No recente jogo entre FC Porto e Arouca, uma decis√£o tomada atrav√©s de √°udio gerou pol√©mica. De acordo com o protocolo do VAR, em situa√ß√Ķes de d√ļvida ou necessidade de rever um lance, os √°rbitros podem utilizar comunica√ß√£o de √°udio para tomar a decis√£o final. No caso em quest√£o, a decis√£o de validar um golo do FC Porto foi tomada atrav√©s desta forma de comunica√ß√£o. Esta situa√ß√£o levanta quest√Ķes sobre a transpar√™ncia do processo de decis√£o e a influ√™ncia que o VAR pode ter no resultado de um jogo. Alguns cr√≠ticos argumentam que o uso do √°udio pode permitir interfer√™ncias externas ou decis√Ķes subjetivas por parte dos √°rbitros. No entanto, defensores do VAR argumentam que esta √© uma forma de garantir maior precis√£o e justi√ßa nas decis√Ķes, evitando erros humanos que poderiam afetar o resultado do jogo. Independentemente das opini√Ķes divergentes, √© importante que o uso do VAR seja transparente e que as regras sejam aplicadas de forma consistente. Afinal, o futebol √© um esporte apaixonante e cada detalhe pode fazer a diferen√ßa. √Č crucial que as entidades respons√°veis pelo futebol continuem a avaliar e aprimorar o protocolo do VAR, garantindo que as decis√Ķes sejam tomadas de forma justa e imparcial. Afinal, o objetivo √© sempre promover a excel√™ncia e a verdade desportiva. O caso do FC Porto-Arouca √© apenas mais um exemplo das controv√©rsias em torno do VAR. Resta saber como as autoridades desportivas ir√£o lidar com essas quest√Ķes e se as regras ser√£o ajustadas no futuro para garantir um jogo mais justo e emocionante para todos os envolvidos.

O jogo entre FC Porto e Arouca foi marcado por v√°rias decis√Ķes controversas do VAR. No minuto 12, o VAR anulou um golo de Taremi por fora-de-jogo, revertendo a decis√£o inicial do assistente. No minuto 90, o VAR reverteu a marca√ß√£o de um pen√°lti a favor do FC Porto, ap√≥s uma queda de Taremi, alegando que n√£o houve empurr√£o. O protocolo VAR permite o uso de comunica√ß√£o alternativa em caso de avaria t√©cnica, o que aconteceu neste jogo. O FC Porto pediu a anula√ß√£o do jogo devido a uma alegada quebra nas comunica√ß√Ķes do VAR, mas a p√°gina 148 das leis de jogo prev√™ que avarias tecnol√≥gicas n√£o invalidam o jogo. Apesar das controv√©rsias, √© importante destacar a corre√ß√£o do VAR em reverter um erro claro na marca√ß√£o do pen√°lti. Al√©m disso, um golo de Evanilson foi considerado legal, pois um jogador em posi√ß√£o de fora-de-jogo n√£o interferiu no jogo.

No jogo entre Sp. Braga e Sporting, no minuto 38, Pedro Gonçalves estava em fora-de-jogo de posição e obstruiu a visão do guarda-redes bracarense, o que foi considerado uma falta. No minuto 90+2, o VAR reverteu a marcação de um penálti a favor do Sp. Braga, alegando que foi o jogador Alvaro Djaló que se projetou para cima de Coates.

No jogo entre Benfica e Vitória, no minuto 19, João Mendes fez uma abordagem negligente ao lance, colocando em risco a integridade física de Otamendi, o que foi considerado uma falta passível de cartão vermelho direto. No minuto 46, o golo do Benfica foi considerado legal, pois João Mário estava em jogo. No minuto 77, um golo de Nélson da Luz foi anulado devido a um toque acidental na mão/braço, e no minuto 90+7, um penálti foi revertido devido à posição natural do braço de Afonso Freitas.

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